Nascem da experiência de quem viveu o problema por dentro. Firmes no combate ao crime e realistas no que muda a vida das pessoas.
O crime organizado usa adolescentes como escudo jurídico. Defendo a redução da maioridade penal para crimes graves cometidos com violência ou com participação em organizações criminosas.
Quem comete crime grave deve responder por ele: lugar de criança é na escola, não sendo recrutada por facções que exploram brechas legais.
Buscar um tratamento penal diferenciado para os integrantes de facção criminosa: o criminoso faccionado opta por viver em desconformidade com as normas que regulam a sociedade. Ele escolhe essa vida, e por isso deve ser tratado de modo diverso (e mais rigoroso) que os demais infratores ocasionais, com leis mais duras.
Capacitação de professores para identificar sinais de aliciamento por facções; canal de denúncia protegido dentro das escolas; contraturno esportivo e cultural como alternativa concreta ao recrutamento em áreas de risco.
Fundo de apoio a vítimas de violência e seus familiares, com recursos públicos somados ao produto do trabalho prisional — assistência jurídica, psicológica e, quando necessário, realocação de famílias ameaçadas.
Efetivo, estrutura e salário como pauta permanente. Segurança jurídica, com respaldo institucional interno e assessoria jurídica aos profissionais processados por atos em serviço.
Defesa de presença permanente da União e do estado na faixa de fronteira, com investimento em tecnologia de monitoramento (drones, câmeras, radares) e integração operacional entre PF, Receita, Exército e polícias estaduais para conter entrada de droga e armas.
Ensino técnico integrado ao mercado de trabalho local, com foco em jovens de áreas dominadas por organizações criminosas — quem tem qualificação e perspectiva de emprego tem menos atrativos para ser cooptado.
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