Nascem da experiência de quem viveu o problema por dentro. Firmes no combate ao crime e realistas no que muda a vida das pessoas.
Tornar menos flexível o processo de progressão de regime de penas.
Classificação das organizações criminosas como terroristas.
Buscar um tratamento penal diferenciado para os integrantes de facção criminosa: o criminoso faccionado opta por viver em desconformidade com as normas que regulam a sociedade. Ele escolhe essa vida, e por isso deve ser tratado de modo diverso (e mais rigoroso) que os demais infratores ocasionais.
Assistência jurídica e psicológica aos policiais. Os servidores que se colocam como escudo entre crime e a sociedade merecem cuidado e atenção.
O crime organizado usa adolescentes como escudo jurídico. Defendo a redução da maioridade penal para crimes graves cometidos com violência ou com participação em organizações criminosas.
Quem comete crime grave deve responder por ele: lugar de criança é na escola, não sendo recrutada por facções que exploram brechas legais.
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